Criar uma Loja Virtual Grátis
Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Translate to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese
Partilhe esta Página

 

 

Ouça rádios online no seu celular ou tablet. Disponível para Android e iOS.


PANDEMIA DE CORONAVÍRUS
PANDEMIA DE CORONAVÍRUS

|
 
Enquanto Bolsonaro vetava recursos para o setor, o Brasil viu crescer em 69.105 os novos casos de infectados pela covid-19 nesta sexta-feira (23) - Douglas Magno/AFP

O Brasil chegou nesta sexta-feira (23) a 2.914 mortes por covid-19 em um período de 24 horas. Já são 386.416 as vítimas da pandemia do novo coronavírus e do descaso do governo federal desde o início da pandemia.

Apesar de o Brasil ser um dos epicentros mundiais da doença, o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) reduziu de R$ 524 bilhões para R$ 103 bilhões a previsão de gastos extraordinários contra os efeitos da pandemia.

“Os valores foram confirmados nesta sexta-feira (23) pelo secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, durante entrevista no Palácio do Planalto sobre o Orçamento de 2021”, informou o jornal O Globo.

Aprovado com vetos por Bolsonaro na data limite (22), o orçamento prevê ainda a retirada de R$ 2,2 bilhões do Ministério da Saúde, comprometendo programas de adequação de sistemas tecnológicos, ações de pesquisa e desenvolvimento, manutenção de serviços laboratoriais, assistência farmacêutica e construções de sedes regionais da Fiocruz.

Enquanto Bolsonaro vetava recursos para o setor, o Brasil viu crescer em 69.105 os novos casos de infectados pela covid-19, que já atinge 14.237.078 de contaminados em um ano e um mês de pandemia. Os números reais, no entanto, são ainda mais altos, já que o Brasil está entre os países que menos testa sua população.

São Paulo se abre para a covid-19

estado de São Paulo contou 863 mortes por covid-19 no período de 24 horas, com 17.812 novos casos. Mais de 2,8 milhões já adoeceram e 91.673 foram vitimados pela doença no estado que tem cerca de 80% das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) ocupadas.

Mesmo assim, o governo de João Doria (PSDB) decidiu dar sequência à fase de transição da quarentena. A partir deste sábado (24), está autorizada a reabertura de salões de beleza, academias, clubes, parques, cinemas e convenções em todo o estado.

O vice-governador, Rodrigo Garcia, justificou o avanço por uma pequena melhora nos índices de novos casos, internações e mortes pela covid-19, mas em todas as regiões os parâmetros seguem acima do nível máximo estabelecido no Plano São Paulo, que coordena a reabertura do comércio e dos serviços.

Além disso, das 17 regiões do estado, quatro ainda têm mais de 90% de ocupação de UTIs para pacientes com covid-19. Outras nove regiões estão com mais de 80% de ocupação dos leitos de terapia intensiva, o que os mantaria na fase vermelha.

Apenas quatro regiões tiveram uma maior redução nas internações e chegaram a índices de fase laranja na ocupação de UTI: Baixada Santista, Grande São Paulo, Campinas e Piracicaba, mas todas mantêm altos índices de novos casos, internações e mortes.

Pandemia jovem

Fiocruz alerta para o que chamou de rejuvenescimento da pandemia. Levantamento referente às semanas 14 e 15, período de 4 a 17 de abril, constata que o aumento diferencial por idades se manteve entre os casos e óbitos de covid-19.

“A análise aponta que a faixa etária dos mais jovens, de 20 a 29 anos, foi a que registrou maior aumento no número de mortes por covid: 1.081,82%. Nas idades de 40 a 49 anos (1.173,75%) houve o maior crescimento do número de casos”, relata o boletim da Fiocruz.

As taxas de ocupação de leitos de UTI para adultos no SUS, em diversos estados, se mantêm, em geral, em níveis muito elevados. “Dados obtidos em 19 de abril, em comparação aos do último dia 12, indicam a saída do Amapá de zona de alerta crítico para zona de alerta intermediário, na qual já se encontravam Amazonas, Maranhão e Paraíba. Exceto por Roraima, fora de zona de alerta, os demais estados e o Distrito Federal permaneceram em zona de alerta crítico. 

A análise constata, ainda, as incidências de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), outro indicador estratégico. Apesar de estarem em estabilidade em alguns estados ou em redução, os níveis são considerados ainda muito altos. Cerca de 90% dos casos de SRAG são devido a infecções por Sars-CoV-2.

Dezenove estados e o Distrito Federal apresentam taxas de incidência muito elevadas, acima de 10 casos por 100 mil habitantes: Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Goiás. Os pesquisadores alertam que “estabilidades em níveis elevados não são desejáveis porque os leitos hospitalares ainda permanecem com ocupação alta”.

Fonte: Brasil de Fato

Covid-19: Bolsonaro afirma que Fiocruz entregará 18 milhões de vacinas até o fim de abril

Foto: Arquivo/EBC

19/04/2021

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou neste domingo (18), que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai entregar 18 milhões de vacinas contra a Covid-19 até o final de abril. A informação foi dada por meio de uma rede social. Segundo o presidente, do total, serão entregues 4,6 milhões de doses ainda nesta semana e mais 6,7 milhões na próxima semana.

Na última sexta-feira (16), a Fiocruz já havia repassado quase 3 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além dessa quantia, outras 2,2 milhões de doses já haviam sido entregues na última quarta (14).

Preciso fazer teste depois de tomar a vacina contra Covid-19?

Covid-19: MS divulga informe com orientações sobre a Campanha Nacional de Vacinação

Bolsonaro disse, ainda, que a expectativa é de que o volume de entrega de imunizantes cresça nos próximos meses. De acordo com ele, no segundo semestre de 2021, a Fiocruz deve entregar 110 milhões de doses da vacina.

 Fonte: Brasil 61

Coronavac: Butantan esclarece sobre quantidade de doses nos frascos

13/04/2021

Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Após relatos de gestores municipais, o Instituto Butantan emitiu, em suas redes sociais, uma nota oficial sobre a distribuição de um volume menor na composição das ampolas das vacinas. Segundo o comunicado, cada frasco de imunizante contra a Covid-19 contém 10 doses de 0,5 ml e mais um conteúdo extra, totalizando 5,7 ml.

O Butantan ainda reafirma que o volume foi aprovado pela Anvisa e é considerado suficiente para a extração das 10 doses, podendo render até 11 doses do imunizante. Para isso, o Instituto relembra da importância de fazer a aspiração correta das vacinas contidas em cada frasco, e que eles, inclusive, já produziram informes técnicos que orientam os profissionais da saúde a usarem as doses extras.

Após o ocorrido, a bula da Coronavac irá ser atualizada e ganhará também um vídeo explicativo. Eles poderão ser acessados no site oficial do Instituto Butantan.

Fonte: Brasil 61

 

Agência Brasil

Permissão para compra de vacinas por empresas é aprovada na Câmara e vai ao Senado

10/04/2021

O Senado Federal vai votar nos próximos dias o projeto de lei que permite a compra de vacinas contra a Covid-19 por empresas privadas. A Casa recebeu o PL 948/2021 após o texto ser aprovado pela Câmara dos Deputados, por 317 votos a favor e 120 contrários.
 
O projeto é de autoria do deputado federal Hildo Rocha (MDB/MA) e teve como relatora na Câmara a relatora, deputada Celina Leão (PP/DF). Na prática, o PL busca alterar a Lei 14.125, de 2021, que já havia liberado as empresas para adquirir diretamente os imunizantes, mas só permite que todas as doses sejam enviadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) e utilizadas no Programa Nacional de Imunizações (PNI).
 
Caso o novo texto seja aprovado pelo Senado Federal, será permitido que empresas realizem as aquisições de vacinas individualmente ou por meio de consórcios, sejam elas registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou por qualquer autoridade sanitária estrangeira reconhecida e certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), desde que metade das doses sejam obrigatoriamente cedidas ao SUS.

 

Funcionários

Outro destaque do PL é a alteração da legislação atual quanto à ordem de aplicações de doses. O texto do projeto retira a exigência de começar a vacinação privada somente após a imunização dos grupos prioritários pelo SUS. A proposta permite que as empresas particulares usem imediatamente a outra metade das doses adquiridas para imunizar “empregados, cooperados, associados e outros trabalhadores que lhe prestem serviços”.
 
Para Hildo Rocha, o projeto tem como base agilizar o processo de imunização contra a Covid-19 dos brasileiros. Assim como Celina Leão, o parlamentar acredita que a proposta beneficia trabalhadores e a economia do país.
 
“Permitir que a empresa compre a vacina e vacine os seus funcionários é facilitar e acelerar a vacinação. Hoje, o Brasil já tem 560 milhões de vacinas contratadas pelo governo federal, que são suficientes para vacinar a população. Mas o que nós temos que ter é pressa. Acelerar para evitar as mutações desse vírus”, pontuou.
 
Por outro lado, o deputado da oposição Alessandro Molon (PSB/RJ), defendeu no plenário da Câmara que a proposta deixa uma parte significativa da população prejudicada. 
 
“Por que será que o mundo inteiro não permite a compra de vacinas privadas? Porque, evidentemente, isso vai causar um apartheid sanitário no Brasil. Mais uma vez, os mais pobres vão ficar para trás. Não me digam que os trabalhadores vão ser vacinados, porque é possível até que uma parte seja. Mas e os trabalhadores das empresas que não tiverem dinheiro para comprar vacina? E os trabalhadores autônomos? E os informais? E os desempregados?”, questionou.

Público e privado

Na visão de Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a ideia de ter mais doses disponíveis no Brasil é boa, mas é preciso que elas sejam aplicadas ao plano do governo federal. 
 
“Acho que toda vacina que chegue ao país é bem-vinda, desde que a gente coloque tudo no Plano Nacional de Imunização. Sou contra a iniciativa privada comprar vacina. Acho que a ideia é bem-vinda, desde que venha para o PNI. O que eu vejo no Brasil é que o problema não é dinheiro para comprar vacina, é o acesso ao imunizante, que está difícil em todo mundo, esse é o principal problema”, opina.
 
O PL que será votado no Senado também estipula que as vacinas compradas em fabricantes que já venderam doses ao Ministério da Saúde só podem ser entregues à iniciativa privada após toda a remessa acordada com o governo federal seja entregue. Em caso de descumprimento, o fabricante do imunizante pode ser condenado a pagar uma multa de dez vezes o valor gasto na aquisição.


Fonte: Brasil 61

Saúde prepara distribuição de mais de 5 mil concentradores de oxigênio

08/04/2021

Aeroporto de Guarulhos - Foto: Mayna RuggieroSEPEC/Ministério da Economia

O Ministério da Saúde prepara a distribuição dos concentradores de oxigênio doados ao Sistema Único de Saúde (SUS) por 12 empresas privadas. Até o momento, são 5.133 equipamentos que irão auxiliar no tratamento de pacientes com covid-19 na rede pública de saúde. 

Nesta quarta-feira (7), um carregamento com 1.899 equipamentos foi entregue no aeroporto de Guarulhos. Os concentradores chegarão ao País, de forma escalonada, até o dia 14 de abril – a ação de logística para a entrega aos estados será coordenada pelo Ministério da Saúde durante este mês de abril.

Médicos comentam sobre medicações e interesses farmacêuticos durante a crise da Covid-19 

Prefeituras indicam Ivermectina para tratar Covid-19

A aquisição ocorreu após abertura de edital de chamamento público coordenada pelos Ministérios da Saúde e da Economia.

Os concentradores de oxigênio funcionam como mini usinas, podendo produzir, diariamente, o equivalente a mais de 7m3 de oxigênio com 93% de pureza, adequado ao consumo humano. Os equipamentos são usados em pacientes leves e moderados com covid-19, oferecendo cerca de cinco litros de oxigênio por minuto.


Fonte: Brasil 61 em 08/04/2021

 

CoronaVac é eficaz contra variante brasileira do coronavírus

08/04/2021

Coronavac - Foto: Instituto Butantan

A vacina CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan e pela chinesa Sinovac, se mostrou 50% eficaz contra variante P1 do coronavírus, que surgiu em Manaus e já se espalhou por vários estados brasileiros. A confirmação é de um estudo com 67.718 trabalhadores da saúde de Manaus, que receberam a primeira dose do imunizante. 

A efetividade em prevenir o adoecimento foi confirmada 14 dias após a aplicação da primeira dose. Ainda não se sabe a efetividade após a segunda aplicação, o que será analisado nos próximos dias.

A análise foi feita pelo Grupo Vebra Covid-19, que reúne pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, secretarias estaduais de Saúde do Amazonas e de São Paulo e as secretarias municipais de Saúde de Manaus e São Paulo, apoiado pela Organização Pan-Americana de Saúde.

Testes de vacina contra o HIV têm resultados promissores

Dia Mundial da Saúde: profissionais da área pedem socorro

A CoronaVac é um imunizante de vírus inativo, ou seja, ela possui todas as partes do vírus, o que pode gerar uma resposta imune mais abrange em relação às outras vacinas, que utilizam somente a proteína Spike (proteína usada pelo coronavírus para infectar as células). 

Fonte: Brasil 61