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Notícias Internacionais
Notícias Internacionais

Por Fabio Manzano e Lucas Vidigal, G1

 


Ex-policial Dererk Chauvin é considerado culpado pela morte de George Floyd
Ex-policial Dererk Chauvin é considerado culpado pela morte de George Floyd

Os 12 jurados decidiram nesta terça-feira (20) que o ex-policial Derek Chauvin é culpado pela morte de George Floyd, homem negro asfixiado durante uma abordagem policial em maio de 2020, em Mineápolis, nos Estados Unidos (veja mais no vídeo acima).

Saiba mais no fim da reportagem sobre a morte de George Floyd

O júri estava reunido desde segunda-feira para discutir o caso e chegar a uma decisão unânime. Antes, foram ouvidos os depoimentos de testemunhas, defesa e acusação no processo. Chauvin se recusou a depor no tribunal.

O ex-policial foi considerado culpado em todas as três acusações de homicídio contra o ex-segurança negro:

 

  1. causar a morte, sem intenção, por meio de um ato perigoso, sem consideração pela vida humana
  2. negligência ao assumir o risco consciente de causar a morte de Floyd
  3. homicídio culposo

 

Ex-policial Derek Chauvin é algemado após júri o decretar culpado pela morte do ex-segurança negro George Floyd em Mineápolis em 2020, foto de 20 de abril de 2021 — Foto: TV Court/Pool/AP

Ex-policial Derek Chauvin é algemado após júri o decretar culpado pela morte do ex-segurança negro George Floyd em Mineápolis em 2020, foto de 20 de abril de 2021 — Foto: TV Court/Pool/AP

A pena ainda será anunciada pelo juiz em dois meses — nos EUA, é comum que apenas dias depois o condenado saiba o tempo que passará preso. Assim que a condenação foi anunciada, Chauvin deixou a sala de audiências algemado.

Ex-policial Derek Chauvin é algemado após júri o decretar culpado pela morte do ex-segurança negro George Floyd em Mineápolis em 2020, foto de 20 de abril de 2021 — Foto: Court TV/Pool/AP

Ex-policial Derek Chauvin é algemado após júri o decretar culpado pela morte do ex-segurança negro George Floyd em Mineápolis em 2020, foto de 20 de abril de 2021 — Foto: Court TV/Pool/AP

 

Biden telefona à família Floyd

 

Logo após o veredito, o presidente Joe Biden e a vice, Kamala Harris, telefonaram para a família de Floyd. Na ligação, o democrata prometeu que vai trabalhar para aprovar leis que coíbam a violência policial e o racismo.

 

"Não há nada que possa fazer tudo melhorar, mas ao menos conseguimos ter alguma justiça", disse Biden na ligação, divulgada pelo advogado da família de Floyd, Ben Crump.

 

O procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, elogiou a decisão do júri e disse que, embora a condenação não repare a morte de Floyd, o julgamento inicia um "caminho para a justiça".

 

"É um reconhecimento de responsabilidade, o que é um caminho para a justiça. George Floyd era importante, ele era amado por sua família. Mas não era por isso que ele era importante: ele era importante porque era um ser humano", disse.

 

 

George Floyd Square

 

Pessoas se reúnem na George Floyd Square em Mineápolis (EUA) para ouvir o veredito do julgamento de Derek Chauvin pela morte de George Floyd em 20 de abril de 2021 — Foto: Octavio Jones/Reuters

Pessoas se reúnem na George Floyd Square em Mineápolis (EUA) para ouvir o veredito do julgamento de Derek Chauvin pela morte de George Floyd em 20 de abril de 2021 — Foto: Octavio Jones/Reuters

Uma multidão se reuniu no centro de Mineápolis em uma área que ficou conhecida como a George Floyd Square, próxima ao local de morte do ex-segurança.

Courtney Ross, namorada de Floyd, disse pouco antes do anúncio da sentença que a condenação de Chauvin seria o começo para um movimento maior.

 

"Talvez a gente esteja no epicentro da mudança", disse Ross a jornalistas na praça.

 

Courtney Ross (dir.), namorada de George Floyd, em foto de 20 de abril de 2021em Mineápolis (EUA) — Foto: Reuters

Courtney Ross (dir.), namorada de George Floyd, em foto de 20 de abril de 2021em Mineápolis (EUA) — Foto: Reuters

 

Formação do júri

 

O júri foi composto por seis integrantes brancos e seis negros ou multirraciais. Chauvin, de 45 anos, respondia a três acusações diferentes de assassinato.

Os jurados precisaram decidir se a manobra aplicada contra Floyd foi "um fator substancial" que levou à morte do homem negro e se o uso da força foi desproporcional.

Ao encerrar a sustentação, o promotor Jerry Blackwell pediu a condenação do ex-policial aos jurados dizendo que a violência empregada na ação era clara e relembrou que uma criança de 9 anos foi filmada pedindo que Chauvin retirasse o joelho de cima do pescoço de Floyd.

 

"É tão simples: 'Solte-o'. Até uma criança consegue entender isso", disse.

 

Policial foi filmado com o joelho sobre o pescoço de George Floyd  — Foto: AFP/Facebook / Darnella Frazier

Policial foi filmado com o joelho sobre o pescoço de George Floyd — Foto: AFP/Facebook / Darnella Frazier

Por sua vez, o advogado de Chauvin, Eric Nelson, voltou a dizer que o policial agiu em consonância com a prática policial e que Floyd tinha problemas cardíacos — a mesma linha de defesa mantida ao longo do julgamento.

A reta final do julgamento de Chauvin ocorreu em um momento mais tenso nos EUA, com a retomada dos protestos contra o racismo e contra a violência policial após novos episódios de mortes de cidadãos negros em ações das forças de segurança.

Perto do local da morte de Floyd, Daunte Wright, também negro, morreu baleado por uma policial durante uma abordagem, o que levantou novas manifestações.

 

Morte de George Floyd

 

Homenagens a George Floyd eram vistas em Minneapolis, nos EUA, em 1 de abril — Foto: Stephen Maturen / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

Homenagens a George Floyd eram vistas em Minneapolis, nos EUA, em 1 de abril — Foto: Stephen Maturen / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

George Floyd morreu em maio de 2020 após ter o pescoço pressionado pelo joelho do policial Derek Chauvin, em Mineápolis, por 9 minutos e 29 segundos.

A polícia estava no local porque o ex-segurança negro, com 46 anos, teria tentado pagar uma conta em uma mercearia com uma nota falsa de US$ 20. Imagens mostradas mostraram que Floyd não ofereceu resistência à abordagem dos agentes.

A violência policial contra um homem negro e pobre — mais um caso entre tantos — gerou uma série de protestos em Mineápolis que logo se espalharam para diversas partes dos Estados Unidos.

Durante semanas, ruas das maiores cidades americanas ficaram lotadas de manifestantes que protestavam contra o racismo, em uma mobilização que atravessou fronteiras e chegou a outros países.

O tema entrou na pauta das eleições presidenciais de 2020. O então candidato do Partido Democrata, Joe Biden, escolheu a senadora Kamala Harris, uma mulher negra e ex-procuradora, como candidata a vice-presidente. A chapa venceu o então presidente Donald Trump e se elegeu para o mandato que começou em janeiro.

Ex-vice-presidente dos EUA e então pré-candidato à Casa Branca, Joe Biden participa, por vídeo, de funeral de George Floyd em Houston, nos EUA, em junho de 2020 — Foto: David J. Phillip, Pool/AP Photo

Ex-vice-presidente dos EUA e então pré-candidato à Casa Branca, Joe Biden participa, por vídeo, de funeral de George Floyd em Houston, nos EUA, em junho de 2020 — Foto: David J. Phillip, Pool/AP Photo

Quatro policiais que participaram da ação que terminou em morte foram presos, mas a expectativa era maior justamente do julgamento de Chauvin, que era o homem flagrado com o joelho sobre o pescoço de Floyd. Os demais devem comparecer ao tribunal em agosto.

A defesa de Chauvin tentou argumentar, ao longo do processo, que Floyd morreu em decorrência do uso de drogas e que a manobra aplicada estava dentro dos padrões da polícia de Mineápolis. Entretanto, a versão foi rechaçada tanto por exames médicos quanto por depoimentos de chefes policiais e médicos legistas.

Fonte: G1

4ª noite de protestos nos EUA por morte de George Floyd deixa mortos e centenas de pessoas presas

Ao menos 20 cidades americanas tiveram manifestações pela morte de Floyd, um homem negro que foi asfixiado por um policial branco e depois morreu em Minneapolis. O policial foi detido e acusado de homicídio.

Em Oakland, manifestantes pela morte de George Floyd seguram cartaz com datas e cidades em que homens negros foram mortos por policiais brancos: Oakland, em 2009; Ferguson, em 2014; Baltimore, em 2015; e Minneapolis, 2020. — Foto: Noah Berger/AP

Um homem e um agente federal morreram e centenas de pessoas foram presas ao redor dos Estados Unidos entre a noite de sexta (29) e a manhã deste sábado (30) durante protestos pela morte de George Floyd, homem negro que foi asfixiado por um policial branco e depois morreu em Minneapolis na segunda-feira (25).

Ao menos 20 cidades americanas tiveram protestos pela morte de Floyd, segundo a rede de televisão americana CNN.

O homem que morreu, um jovem de 19 anos, foi atingido depois que uma pessoa passou atirando de dentro de um carro contra uma multidão que protestava no centro de Detroit, no Michigan. A polícia ainda não sabe se ele fazia parte dos protestos.

O agente federal morreu depois de ser baleado durante as manifestações em Oakland, perto de San Francisco, na Califórnia. Um segundo agente foi atingido, segundo a polícia, mas sobreviveu. De acordo com as autoridades, 7,5 mil pessoas participaram das manifestações na cidade; houve prisões, mas o número de detidos não foi informado. Houve relatos de vandalismo, roubos, incêndios e ataques a policiais, diz a CNN.

Um manifestante passa por pichações em Oakland, Califórnia, na sexta-feira (29) enquanto protesta contra a morte de George Floyd, um homem negro algemado sob custódia da polícia em Minneapolis — Foto: Noah Berger/AP

Um manifestante passa por pichações em Oakland, Califórnia, na sexta-feira (29) enquanto protesta contra a morte de George Floyd, um homem negro algemado sob custódia da polícia em Minneapolis — Foto: Noah Berger/AP

Em Nova York, "dúzias" de pessoas foram presas, mas os protestos foram acalmados, informou a polícia.

Em Lincoln, no estado de Nebraska, os protestos da noite de sexta-feira continuaram até a manhã deste sábado; também houve prisões.

Em Phoenix, no Arizona, os manifestantes causaram vários estragos no centro da cidade. "Propriedades no centro de Phoenix foram vandalizadas à medida que alguns manifestantes cometem comportamento criminoso, quebrando janelas e portas de empresas municipais e privadas e destruindo carros estacionados ao longo da rua", escreveu a polícia da cidade no Twitter durante a madrugada.

Em Houston, no Texas, quase 200 pessoas foram presas durante protestos. A maioria será acusada de obstrução de vias, segundo um tuíte da polícia local. Segundo as autoridades, quatro policiais sofreram ferimentos leves e oito veículos da polícia foram danificados.

Manifestantes protestam pela morte de George Floyd em Houston, no Texas, na sexta-feira (29). — Foto: Mark Mulligan/Houston Chronicle via AP

"Nossos policiais que foram atacados estão no hospital, carros de patrulha [foram] arruinados, empresas [foram] danificadas", disse o presidente do sindicato de policiais de Houston, Joe Gamaldi, em um tuíte. "Não é isso que somos como cidade e comunidade. Protegeremos seu direito de protestar, mas não permitiremos que nossa cidade entre em caos", declarou.

Morte de George Floyd

Morte de George Floyd

 

Policial foi filmado com o joelho sobre o pescoço de George Floyd — Foto: AFP/Facebook / Darnella Frazier

Policial foi filmado com o joelho sobre o pescoço de George Floyd — Foto: AFP/Facebook / Darnella Frazier

George Floyd morreu no dia 25 de maio, depois de ser asfixiado por 8 minutos e 46 segundos pelo policial branco Derek Chauvin em Minneapolis, no estado de Minnesota. Na sexta-feira (29), Chauvin foi detido e acusado de homicídio.

Segundo a acusação contra Chauvin, ele manteve seu joelho sobre o pescoço de Floyd durante os 8 minutos e 46 segundos, sendo que nos últimos 2 minutos e 53 segundos o homem negro já estava inconsciente. A autópsia informou, entretanto, que não houve "nenhum achado físico que apoie o diagnóstico de asfixia traumática ou estrangulamento".

Fonte: https://g1.globo.com/

CORONAVÍRUS NO MUNDO

28/05/2020

Mundo supera 5,7 milhões de infectados, tendo o Brasil como o segundo em casos e o sexto em mortes causadas pela covid-19. Bolsonaro sanciona, com vetos, ajuda de 60 bilhões de reais a Estados e municípios. Banco de México prevê queda de até 8,8% no PIB para este ano. Nissan fecha fábrica na Espanha e trabalhadores protestam por previsão de 3.000 demissões. Seul volta a fechar parques e espaços públicos após aumento nas infecções.

Trabalhadores da Nissan protestam em Barcelona nesta quinta-feira contra o fechamento de uma fábrica da empresa japonesa no país, que prevê demitir mais de 3.000 pessoas até dezembro, devido à pandemia.O novo coronavírus infectou mais de 5,7 milhões de pessoas no mundo, e o Brasil é o segundo em casos registrados (com mais de 400.000 infecções) e o sexto em mortes causadas pela covid-19, com 25.598 óbitos confirmados pelo Ministério da Saúde até esta quarta. A pandemia causa impactos sem precedentes na economia mundial: o Banco do México prevê uma queda de mais de 8% no PIB para este ano e a Nissan anunciou nesta quinta-feira o fechamento de uma fábrica em Barcelona, causando protestos na Espanha. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto de lei que libera 60 bilhões de reais em ajuda para Estados e municípios durante a crise, com vetos. Já a Coreia do Sul, que vinha flexibilizando sua quarentena ―uma das mais duras do planeta― anunciou que irá readotar medidas de isolamento social mais rígidas após o aumento de infecções pelo vírus Sars-Cov-2.

5.716.271 pessoas contraíram o novo coronavírus e, destas, 356.124 perderam a vida em decorrência da covid-19, segundo dados da Universidade Johns Hopkins (EUA), que mapeia as informações diariamente, com base nos dados da Organização Mundial da Saúde e das autoridades locais. O Brasil é o segundo em número de pessoas infectadas —com 411.821 casos confirmados—, atrás apenas dos Estados Unidos, que tem quase 1,7 milhão de pessoas que contraíram o vírus Sars-Cov-2. Em número de mortes, o Brasil amarga a sexta posição no levantamento mundial.

Estados Unidos: 100.442 mortes pela covid-19;

Reino Unido: 37.542 mortes;

Itália: 33.072 mortes;

França: 28.599 mortes;

Espanha: 27.117 mortes;

Brasil: 25.598 mortes;

Bélgica: 9.388 mortes;

México: 8.597 mortes;

Alemanha: 8.449 mortes;

Irã: 7.627 mortes causadas pela covid-19.

Fonte: https://brasil.elpais.com/

Coronavírus: casos sobem para 1,6 milhão nos EUA; país tem 99 mil mortes.

Do UOL, em São Paulo 27/05/2020 16h05

8.mai.2020 - Fila para receber doação de comida em meio à pandemia do novo coronavírus em Nova York - Corbis via Getty Images

O número total de casos confirmados do novo coronavírus nos Estados Unidos cresceu para 1.678.843, de acordo com a atualização de hoje do CDC (Centro para o Controle e Prevenção de Doenças americano). Já o número de mortes causadas pela covid-19 atingiu 99.031. Em relação a ontem, foram 770 novas mortes causadas pela covid-19 no país, um crescimento de 0,7%. O ritmo é maior do que o registrado no dia anterior: de anteontem para ontem o aumento foi de 0,6% (de 97.669 para 98.261 mortos).

Já o ritmo de novos casos confirmados regrediu em relação ao dia anterior, com aumento de cerca de 0,9% (1.662.414 para 1.678.843). De anteontem para ontem, o crescimento foi de 1,5% (1.637.456 para 1.662.414). O Estado de Nova York é o que registra o maior número de casos oficiais da covid-19 nos Estados Unidos, com um total de 366.638, seguido por Nova Jersey (155.764 casos) e Illinois (113.195 casos).

Considerados os casos oficiais e as mortes, a taxa de letalidade da covid-19 nos Estados Unidos é de 5,8%. O maior pico de novos casos de coronavírus foi registrado no dia 5 de abril, quando o país confirmou 63.455 novos infectados pela doença.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/

Super ciclone atinge Índia e Bangladesh nesta quarta (20); 2 milhões foram evacuados

Cerca de 400 mil pessoas na Índia e 1,5 milhão em Bangladesh deixaram suas casas nos últimos dias e foram acolhidas em abrigos para se proteger do super ciclone tropical Amphan. O fenômeno, que se originou no Oceano Índico, com ventos de até 270 quilômetros por hora (km/h), atingiu os dois países asiáticos na manhã desta quarta-feira (20).

Meteorologistas alertam para a possibilidade de deslizamentos de terra e maremotos, com ondas de até cinco metros de altura. A área mais atingida fica ao sul da cidade de Calcutá, no estado indiano de Bengala Ocidental, próximo à fronteira com Bangladesh. 

Antes das 10h (horário de Brasília), o ciclone já produzia cortes de energia. Cinco óbitos foram confirmados até o momento – quatro na Índia e um em Bangladesh.


Voluntário alerta moradores para evacuarem bairro na cidade de Khulna, em Bangladesh / Kazi Shanto / AFP

“É uma velocidade devastadora e pode causar destruição em grande escala. Deve arrancar árvores e danificar muito as infraestruturas”, disse Mrityunjay Mohapatra, diretor-geral do Departamento de Meteorologia da Índia. Os moradores estão sendo levados para abrigos ou se refugiando em casas de vizinhos que julgam ter estrutura mais resistente.

Na escala Saffir-Simpson, que mede a intensidade dos ciclones de 1 a 5, o Amphan foi classificado com índice 4 e denominado “tempestade super ciclônica”. Em 1999, um fenômeno com intensidade semelhante atingiu a mesma região e matou entre 10 mil e 15 mil pessoas no estado de Odisha.

A preocupação é ainda maior porque ambos os países estão em período de quarentena, para evitar a disseminação da covid-19, e o super ciclone deve provocar aglomerações, dificuldade de locomoção e sobrecarga nos hospitais. A Índia registrou 3,3 mil mortes por covid-19 até o momento, enquanto Bangladesh soma 370 óbitos.

Esta notícia será atualizada ao longo do dia com novas informações sobre o ciclone Amphan.

Edição: Camila Maciel

Fonte: https://www.brasildefato.com.br/